Segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), as novas encomendas recebidas pela indústria subiram 12,5 por cento homólogos em Outubro, e 2,2 por cento mensais face a Setembro.
Estes valores representam uma aceleração da recuperação homóloga (9,9 por cento em Setembro), mas uma pequena diminuição face aos 2,4 por cento da variação mensal em Setembro.
Estes valores resultam da variação do índice de novas encomendas na indústria, que é calculado mês a mês e cujas variações se baseiam em médias móveis trimestrais, e que continua assim a recuperar da forte contracção sofrida até ao início deste ano, na sequência da crise financeira e económica internacional. Em Outubro do ano passado, apresentava ainda uma variação homóloga de -21,3 por cento.
A aceleração do índice agregado este mês reflectiu sobretudo o comportamento do mercado nacional, cujas encomendas aumentaram 7,2 por cento homólogos em Outubro (variação de 0,9% em Setembro). O mercado externo apresentou um aumento de 17,9 por cento homólogos, resultado inferior ao verificado no mês anterior (21,6 por cento), mas tem um menor peso no índice.
Por tipo de bens, os de investimento foram os únicos que apresentaram ainda uma variação negativa em Outubro, de -1,1 por cento homólogos. A evolução global do índice foi no entanto determinada pela variação no agrupamento de bens intermédios, que aumentaram 26,7 por cento homólogos (27,1 em Setembro) e têm um peso de 12,1 pontos percentuais no índice.
Estes valores resultam da variação do índice de novas encomendas na indústria, que é calculado mês a mês e cujas variações se baseiam em médias móveis trimestrais, e que continua assim a recuperar da forte contracção sofrida até ao início deste ano, na sequência da crise financeira e económica internacional. Em Outubro do ano passado, apresentava ainda uma variação homóloga de -21,3 por cento.
A aceleração do índice agregado este mês reflectiu sobretudo o comportamento do mercado nacional, cujas encomendas aumentaram 7,2 por cento homólogos em Outubro (variação de 0,9% em Setembro). O mercado externo apresentou um aumento de 17,9 por cento homólogos, resultado inferior ao verificado no mês anterior (21,6 por cento), mas tem um menor peso no índice.
Por tipo de bens, os de investimento foram os únicos que apresentaram ainda uma variação negativa em Outubro, de -1,1 por cento homólogos. A evolução global do índice foi no entanto determinada pela variação no agrupamento de bens intermédios, que aumentaram 26,7 por cento homólogos (27,1 em Setembro) e têm um peso de 12,1 pontos percentuais no índice.
Fonte: Público
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