Os resultados dos teste de resistência que o Banco Central Europeu levou a cabo, mostram que a Banca nacional apresenta melhores resultados que a Banca de países como a Espanha, Itália, Grécia e Alemanha.
Os resultados demonstram que num cenário macroeconómico extremamente complicado, a Banca Portuguesa seria, de entre todos os países que contemplam os denominados PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha), aquele que resistiria melhor a essa situação.
Os bancos Portugueses tinham em média 8,43% de rácio de Tier I (fundos próprios de base), sendo este valor acima do evidenciado pelos bancos Espanhóis, que se situa em de 7,51%; dos Gregos, cujo rácio ronda os 7,38%; da Itália, que tem um Tier I médio de cerca de 7,2%; e da Irlanda, cuja o resultado dos dois bancos analisados fixa-se em 6,8%.
Neste testes o país que obteve melhores resultados foi a Polónia, onde, no entanto, apenas foi analisado um banco. Logo a seguir na lista aparecem Hungria, Finlândia, Dinamarca, Reino Unido, Holanda e Bélgica, os quais apresentam todos valores de Tier I superiores a 10%. O nosso país aparece em 12º lugar nesta lista que contempla 20 países.
Este estudo foi realizado tendo por base os indicadores dos bancos referentes a Dezembro de 2009, e incidiram sobre três niveis de previsões de evolução económica para 2010 e 2011, sendo estes: 1) o cenário de referência (isto é, os actuais pressupostos de evolução económica); 2) o cenário adverso; 3) o cenário muito adverso (no qual era acrescentado um aumento do custo da dívida soberana à deterioração económica).
Os bancos portugueses que foram alvos destes Stress Tests, e que representam dois terços da quota de mercado nacional, demonstraram que estavam bem capitalizados para o pior cenário.
Poderá aceder aqui ao relatório feito pelo BCE sobre os Bancos Portugueses.
Se pretender ainda verificar os resultados dos restantes países, clique aqui.
Os resultados demonstram que num cenário macroeconómico extremamente complicado, a Banca Portuguesa seria, de entre todos os países que contemplam os denominados PIIGS (Portugal, Irlanda, Itália, Grécia e Espanha), aquele que resistiria melhor a essa situação.
Os bancos Portugueses tinham em média 8,43% de rácio de Tier I (fundos próprios de base), sendo este valor acima do evidenciado pelos bancos Espanhóis, que se situa em de 7,51%; dos Gregos, cujo rácio ronda os 7,38%; da Itália, que tem um Tier I médio de cerca de 7,2%; e da Irlanda, cuja o resultado dos dois bancos analisados fixa-se em 6,8%.
Neste testes o país que obteve melhores resultados foi a Polónia, onde, no entanto, apenas foi analisado um banco. Logo a seguir na lista aparecem Hungria, Finlândia, Dinamarca, Reino Unido, Holanda e Bélgica, os quais apresentam todos valores de Tier I superiores a 10%. O nosso país aparece em 12º lugar nesta lista que contempla 20 países.
Este estudo foi realizado tendo por base os indicadores dos bancos referentes a Dezembro de 2009, e incidiram sobre três niveis de previsões de evolução económica para 2010 e 2011, sendo estes: 1) o cenário de referência (isto é, os actuais pressupostos de evolução económica); 2) o cenário adverso; 3) o cenário muito adverso (no qual era acrescentado um aumento do custo da dívida soberana à deterioração económica).
Os bancos portugueses que foram alvos destes Stress Tests, e que representam dois terços da quota de mercado nacional, demonstraram que estavam bem capitalizados para o pior cenário.
Poderá aceder aqui ao relatório feito pelo BCE sobre os Bancos Portugueses.
Se pretender ainda verificar os resultados dos restantes países, clique aqui.
fonte: Banco Central Europeu; Comité Europeu de Supervisores Bancários ; Económico.
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